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Abaixo encontram-se todas as entradas com a tag amor:
Amor?
Deitado em divagações, 25 de Sep de 2008, 17:29Nas séries televisivas fala-se muito numa coisa que é referida através da palavra “amor”. Em regra, recorre-se a este termo quando se verifica uma sucessão de acções pré-definidas. Conhecem-se, encontram-se, beijam-se, falam em namoro e cinco minutos depois já estão a fazer promessas de “amor eterno”. Passado algum tempo, separam-se, dizem que se odeiam, sofrem, [...]
Sonho
Deitado em ficção, 01 de Jun de 2008, 0:00Confrontada com a pergunta, ela desviou o olhar, sem conseguir encará-lo. – Acho que não. Nunca compreendi muito bem o que é isso do Amor. Habituei-me a viver entre os compromissos do trabalho e os meus corações partidos. É que nunca soube deixar que alguém me amasse. Por isso, o Amor acabou por ser sempre [...]
Medo
Deitado em divagações, 16 de Apr de 2008, 21:38Esqueci-me. Acho. Do sabor amargo, Só amargo, sem doce, Do Amor que não é correspondido. Esqueci-me. Agora que olho para ti E não vejo nada, Ou melhor, vejo tudo, Vejo aquele amigo Que já me viu rir desesperadamente E chorar ainda com mais força, Que já me viu podre de sono De bebedeira De tristeza. [...]
O Café
Deitado em ficção, 19 de Mar de 2008, 2:05Eram cerca de oito horas da noite quando ela chegou. Tinham combinado às seis e meia, mas ela atrasava-se sempre. Ou era o autocarro, ou a aula que durara mais que o previsto, ou a velha amiga que tinha encontrado por acaso e que a retera por mais tempo na conversa. Os amigos riram alegremente [...]
Estudo de Modelos da Narrativa
Deitado em escs,filmes, 13 de Jan de 2008, 22:41A Narrativa de Ficção surge como um meio de dar sentido a um mundo preenchido de acontecimentos absurdos, muitas vezes pontuados pelo horror. Por outras palavras, as histórias são um modo de organizarmos o nosso mundo, imprimindo casualidade a coisas que, na vida real, nos parecem absurdas. Em épocas de crise pessoal, económica ou social, [...]
Hoje
Deitado em diário, 07 de Nov de 2007, 20:59Hoje não me sinto bem. Talvez tenha acordado assim, talvez a culpa seja de algum acontecimento menos agradável do meu dia. Ou mesmo deste vazio absurdo que tem vindo a crescer em mim, e que agora me ocupa por inteiro. Esta sensação, que nem o chega a ser, obriga-me a procurar constantemente coisas que o [...]